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Saia com Saia é sucesso no Brasil

Foz do Iguaçu

Com mais de 1 milhão de inscritos em seu canal no YouTube, mais de 100 mil seguidores no Instagram, mais de 15 mil curtidas no Facebook e pensa que para por aí? Ela também é esposa, mãe, médica e cuida da saúde da mulher. A ginecologista e obstetra, Dra. Laura Lúcia Martins, é dedicada em tudo o que faz e sinônimo de sucesso.

Mas, voltando aos números impressionantes de suas redes sociais, ao que se deve toda essa popularidade? A sua simpatia e a maneira descomplicada em orientar o público feminino sobre: saúde; autoconhecimento; autocuidado; intimidade feminina; prevenção de problemas ginecológicos incidentes e recorrentes; quebra de alguns tabus e empoderamento feminino. Com mais de 20 anos de experiência no atendimento clínico à mulher nasceu a campanha “Saia com Saia”, projeto que hoje está em evidência nacional e representa uma conquista para a região Oeste paranaense. Nesta edição, Dra. Laura traz três dicas importantes sobre a saúde íntima.


3 erros que as mulheres cometem com a saúde íntima

1) Achar que todo corrimento deve ser tratado
A vagina tem uma secreção de defesa importantíssima, rica em lactobacilos, que podemos chamar de “corrimento natural”. É claro, espesso, tem pouca quantidade e não causa sintomas.
Retirar essa secreção com duchas, tratamentos ou abafá-la com absorventes, causa desequilíbrio vaginal, corrimentos anormais com sintomas desagradáveis como ardência, coceira, mau odor e dor durante as relações sexuais, gerando consultas e tratamentos de repetição.

2) Achar que toda ardência ao urinar é cistite
É comum, entre as mulheres, o hábito de tomar antissépticos urinários e até antibióticos ao sentir ardência ao urinar. Este sintoma nem sempre se deve a uma infecção na bexiga e pode ocorrer por vulvite, vaginite e até uretrite, cujos tratamentos são diferentes. Jamais se automedique e ao primeiro sinal de ardência ao urinar, consulte um ginecologista ou pronto atendimento ou ainda, faça um exame de urina, se não conseguir consultar prontamente.

3) Usar calças apertadas demasiadamente
Os anos 80 trouxeram a moda da calça jeans para o guarda-roupa feminino, cujo tecido é inadequado à região íntima, por ser grosso e abafado, principalmente nas modelagens “slim”, “saint tropez” e “skinny” que são apertadas. O resultado desses anos todos só os ginecologistas sabem: mulheres sofrendo por problemas evitáveis em saúde íntima como corrimentos, mau odor, coceira, inflamações, dor durante relações sexuais, entre outros. A região íntima precisa de ventilação. Alternar as calças apertadas com modelos mais folgados, de tecidos mais leves, saias e vestidos, além de dormir sem calcinha, vai fazer toda diferença.

Para continuar esse papo, conheça a Campanha de saúde íntima SAIA COM SAIA, com as orientações médicas que toda mulher precisa saber, sem tabus, sem mitos e sem segredos.