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Beleza e Saúde

15/01/2015
Cabelo liso sim, mas sem formol!

 Na busca por um cabelo mais liso e menos rebelde, o uso do formol ainda é bastante comum nos salões de beleza mundo afora. Mas a substância traz vários riscos à saúde que podem ser evitados. Se você deseja alisar os fios em 2015 procure conhecer as alternativas mais saudáveis!

 
O formol - formaldeído utilizado para auxiliar na conservação de cadáveres, produção de vidros, espelhos, explosivos e produtos químicos – extrapolou os limites dos laboratórios para chegar até os salões de beleza e deixou de ser apenas uma substância química para ganhar um novo título: o composto milagroso capaz de deixar qualquer cabelo liso e comportado.
Essa história maluca de transformar um conservante de cadáveres em “alisador” de cabelos começou quando descobriram que os fios capilares tinham as suas variações de formato definidas devido a sua composição de pontes de hidrogênio e sulfeto. O formol, capaz de quebrar essas pontes, faria o fio perder o formato e induziria a um alisamento quase perfeito. O toque que faltava era um impulsionador para promover essa reação entre o formol e as pontes do cabelo. Daí o aquecimento: o uso de uma chapinha ou secador foi descoberto como o “x da questão” para que a reação entre os componentes ocorresse mais rápido. Depois dessa descoberta, todas as mulheres que sofriam horas passando cremes e escovando os cabelos durante o banho para que os fios não se rebelassem depois, foram correndo para os salões à procura da chamada escova progressiva.
A febre foi tanta que logo começaram a surgir os primeiros questionamentos: se o formol é capaz de conservar até um cadáver, que efeitos ele pode causar, em longo prazo, numa pessoa que se sujeita a ficar horas tomando um “chá de cadeira” no salão enquanto espera a progressiva fazer efeito?! As respostas, depois de vários estudos realizados, mostram reações adversas muito perigosas para quem procurava alisar as madeixas e abandonar de vez a luta diária com a chapinha em frente ao espelho.
Irritação ou vermelhidão nos olhos, dermatites, vermelhidão na pele, dores de garganta, ardências nas narinas e até alguns tipos de cânceres entram no rol das reações que podem ser desencadeadas pela longa exposição ao formol. E não são apenas as clientes que estão sujeitas aos efeitos adversos do formol. Gabriela Dolinski, que trabalha em um salão de beleza, percebeu os perigos da substância quando a mãe, Sueli Oliveira, proprietária do estabelecimento que já fez várias escovas progressivas, sentiu na pele as adversidades do formol. “Minha mãe tem alergia ao formol e depois de testar uma progressiva, perdeu a voz por seis meses. Ela precisou ir a um fonoaudiólogo, então existem vários riscos”, contou.
Para evitar essas reações adversas, a ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) proíbe o uso dessa substância em produtos de beleza. O conselho dos especialistas é analisar se alguma dessas substâncias está no rótulo: tioglicolato de amônio, hidróxido de sódio, hidróxido de potássio, hidróxido de cálcio, hidróxido de lítio e carbonato de guanidina. Depois de fazer essa verificação, a cliente possui o dever de perguntar ao profissional responsável pelo alisamento se há, ou não, formol na composição do produto que será utilizado. Se houver, a quantia não pode ser maior do que 0,2%. Caso ultrapasse essa faixa, os efeitos colaterais podem aparecer mais rapidamente e podem até ser irreversíveis.
Mas nesse meio onde o uso do formol parece ser quase obrigatório, marcas inovadoras – e preocupadas com o bem-estar dos seus clientes – procuram, cada dia mais, criar alternativas que alisem o cabelo de uma forma saudável. O Tratamento Disciplinador, da linha Transformação da Bio Extratus chegou ao mercado para mostrar que os produtos alisadores podem ser eficientes e, ainda assim, não trazer nenhum risco à saúde do usuário.
 “O Tratamento Disciplinador da Linha Bio Extratus Transformação tem um blend exclusivo. Ele possui oxoacetamidas associadas a aminoácidos e a emolientes vegetais e proporciona um alisamento suave que reduz o volume, elimina o frizz, dá brilho e movimento aos cabelos. Além disso, por ser um tratamento suave, ele mantém a força e a elasticidade dos fios. A linha oferece resultado progressivo e deixa os fios com aparência natural, sem o aspecto de ‘cabelo alisado artificialmente’”, explica a responsável pela distribuição da marca nas regiões Oeste, Sudoeste e Centro Oeste do Paraná, Letícia Fabian Barbosa.
Por essas razões, a linha proporciona uma redução de volume e de frizz sem prejudicar a saúde dos cabelos de quem opta pela Bio Extratus. Além desse benefício – que, por si só, já representa muito – o tratamento pode ser feito em casa ou, se você preferir, com a ajuda de um profissional no salão de beleza e tem duração de, em média, 2 a 3 meses, sendo que esse prazo pode variar conforme a frequência de lavagem das madeixas.
A linha conta também com componentes naturais como o tamarindo (que forma uma camada protetora que hidrata e protege os fios contra os raios ultravioleta), karité (previne o ressecamento do cabelo, protege das agressões mecânicas e climáticas e dos raios ultravioletas), pró-vitamina B5 (auxilia na retenção de umidade, evitando pontas bipartidas e ajuda a reparar os danos causados por tratamentos químicos e agressões externas) e proteínas de cereais (que, obtidas a partir da biotecnologia, repõem a estrutura interna e externa da fibra capilar danificada).

Viu, só? Ter cabelos bonitos já não exige tanto sacrifício e riscos. O importante é apostar em tratamentos que dão um resultado excelente e, ainda assim, são saudáveis e não provocam efeitos indesejáveis. Afinal, se é para ter um cabelo lindo, sedoso e liso, que seja com saúde e com componentes seguros e atestados pela ANVISA.

Fonte: Contelle Assessoria de Comunicação
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