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15/11/2019
A evolução dos absorventes

Conheça os métodos utilizados antes de surgir a calcinha absorvente 

Ao longo do tempo, diferentes formas foram usadas para absorver a menstruação, porém, muitas vezes o tema foi tratado com rejeição. Muitos são os saltos históricos que nos trazem até aqui: a junção de duas marcas em prol das escolhas das mulheres. Com o objetivo de quebrar os tabus que envolvem o período menstrual, a Pantys e a SEMPRE LIVRE® uniram-se, desenvolvendo a calcinha Pantys e SEMPRE LIVRE®, como mais uma opção para melhorar a qualidade de vida das mulheres, proporcionando liberdade de movimento e conforto aos ciclos.
 
Outro fator importante é que a calcinha absorvente é reutilizável, dura aproximadamente dois anos, possui tecido antimicrobiano com bloqueador de odores e alta capacidade de absorção. Esse novo método só surgiu depois de muitos séculos em que outros mecanismos arcaicos e invasivos eram a única opção para as mulheres. Conheça a evolução dos absorventes até chegarmos na "Básica", calcinha absorvente da parceria entre as marcas.
 
2.000 a.C. - soluções intravaginais arcaicas
 
Surpreendentemente, a solução na maioria das sociedades era intravaginal - uma versão arcaica do absorvente interno que conhecemos hoje! Os primeiros registros de absorventes são do Egito, onde proteções internas feitas de papiro processado eram inseridas dentro do canal vaginal. As romanas utilizavam chumaços de lã macia. Na Grécia, pedaços de pano envolviam gravetos de madeira que facilitavam a inserção. Na Índia, introduziam fibras de vegetais e no Japão, pedaços de papel eram enrolados e formavam um "canudinho" semelhante à versão atual dos absorventes internos.
 
Nessa época a menstruação era tratada por meio de uma visão negativa sobre o processo natural das mulheres.
 
Idade Média - tecidos e toalhinhas
 
Na Idade Média, as famosas "toalhinhas" eram colocadas sobre as roupas íntimas, lavadas e depois reutilizadas, essa foi a primeira versão reutilizável de um método de absorção. A parte negativa desse processo é que a lavagem das toalhinhas era realizada sem sabão e com água que já havia sido utilizada para outras funções.
 
Século XIX - primeiros absorventes para consumo
 
Até o início do século XIX, pouca foi a evolução. Os tecidos cortados, dobrados em camadas e depois reutilizados ainda eram a opção mais higiênica disponível. Por volta de 1894, surgiram nos Estados Unidos registros dos primeiros absorventes desenhados para consumo. Durante esse mesmo período, por volta de 1890, os primeiros absorventes descartáveis já eram comercializados na Alemanha, feitos de bandagens e vendidos em embalagens com seis unidades.
 
Século XX - Modess, Tampax e coletores menstruais
 
Durante a Primeira Guerra Mundial, enfermeiras perceberam o potencial de absorção dos materiais utilizados para os soldados feridos, permitindo os primeiros esboços dos absorventes como conhecemos hoje. Em 1933, surgiram os absorventes internos com aplicador, o Tampax nos Estados Unidos e o OB na Alemanha. A sigla OB vem de "ohne binde", que em alemão significa "sem toalha".
 
 
Século XXI - Calcinhas absorventes
 
Atualmente, a percepção da menstruação como um ciclo natural, que vem se tornando cada vez mais comum, impulsionou uma visão mais ampliada sobre os métodos de absorção. Além disso, as mulheres passaram a enxergar com mais carinho o ciclo natural do seu corpo, abrindo-se para entrar em contato com o sangue e mudar sua relação com ele. Essa evolução movimentou a indústria e incentivou a criação de novas alternativas, pesquisas e desenvolvimento de tecidos tecnológicos para as calcinhas absorventes da Pantys.
 
Fontes: Pantys e SEMPRE LIVRE®
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