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15/11/2019
A evolução do tratamento da catarata

Dra. Elaine R. de Freitas

 
Consequência natural da idade (por volta de 50-60 anos), a catarata é identificada quando o cristalino - uma espécie de lente natural do olho - fica opaco e duro, perdendo a transparência. Ocorre, assim, visão embaçada, perda de foco, de contraste e sensação de neblina nos olhos. Embora não se possa prevenir ou fazer uso de medicamentos para controlar o problema, sabe- se que a catarata tem cirurgia e os resultados são excelentes. A operação é segura, rápida e eficaz na maioria das vezes. Fazemos a substituição do cristalino por uma lente intraocular, que permite a recuperação da visão.
 
A técnica mais utilizada hoje em dia, a facoemulsificação, permite que o médico retire a catarata por uma incisão minúscula (apenas 2,75 mm) na córnea, e também possibilita a inserção da lente intraocular. Pela rapidez e por ser menos invasivo, o procedimento permite que o paciente seja liberado no mesmo dia. Além disso, graças aos avanços tecnológicos, também é possível escolher o tipo de lente mais adequado para cada paciente.
 
A alternativa eficaz, seria aproveitar a realização da cirurgia de catarata para corrigir problemas de visão como miopia, hipermetropia, astigmatismo e presbiopia (vista cansada) utilizando-se dos diferentes tipos de lentes que existem hoje no mercado, as chamadas Lentes Premium. Desta maneira, os pacientes com segurança e bons resultados ficam cada vez mais satisfeitos. 
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