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20/09/2019
Primavera!

Época das flores e das alergias oculares



Os principais indutores da alergia ocular são algumas espécies de árvores, ervas, arbustos, gramas e lavouras, o que torna o Oeste do Paraná uma área crítica para quem sofre com o problema.


Com a chegada da primavera, as cidades ficam muito mais coloridas. As flores tomam conta de parques e canteiros e, como consequência, as plantas lançam na atmosfera uma grande quantidade de pólen, o que provoca uma onda de alergias, inclusive a alergia ocular.
Os olhos são um alvo fácil para as alergias porque quando os abrimos, a conjuntiva, membrana fina que recobre a superfície do olho, fica diretamente exposta ao ambiente, tendo contato direto com o pólen que paira no ar.
A alergia ocular mais comum é a rinoconjuntivite alérgica, que ataca o nariz e os olhos. Os sintomas mais comuns são: olhos vermelhos e lacrimejantes, sensibilidade à luz, coceira e ardência nos olhos e inchaço nas pálpebras. Em decorrência disso tudo, surge um sintoma secundário: o estresse. Geralmente quem sofre com o incômodo fica bastante irritado e, em meio a uma crise, costuma coçar os olhos com força. Isso é um perigo, pois além do risco de infecções pelo contato das mãos, este hábito pode causar lesões na superfície da córnea ou até mesmo provocar o descolamento de retina.
No Sul do Brasil, onde as estações são bem definidas, casos de alergias oculares são mais comuns. Mas isso não é exclusividade da região. De 15 a 20% da população mundial convive com esse mal-estar.

Nada de automedicação

O tratamento das alergias oculares inclui o uso de colírios específicos e medicações sistêmicas. Contudo, qualquer medicamento deve ser prescrito pelo médico oftalmologista, após avaliação individualizada. Como os olhos são bastante sensíveis, um produto inadequado pode trazer sérias complicações para a visão.

Fontes: Conselho Brasileiro de Oftalmologia e Instituto de Oftalmologia do Rio de Janeiro

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