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Prevenção

15/05/2019
A dor que não é doença!

Rover ATM e Ortodontia

Após três meses de tratamento, solicitamos um relatório do paciente e, com muita satisfação e orgulho, recebemos o seguinte agradecimento:

Cumprimentando-os, venho trazer um abraço amigo e apresentar a seguinte declaração, dela podendo fazer uso, no todo ou em parte e sem reservas, quer em palestras, quer em artigos publicados.

Tenho recordações de padecer de dores de cabeça desde a infância, quando minha família deu início a consultas médicas, submetendo-me a exames de vista, da coluna e clínicos em geral. As dores se repetiram e permaneceram na adolescência, prejudicando-me, de alguma forma, nos estudos e nos esportes. No período universitário e nos primeiros anos da vida profissional, a cefaleia não só aumentou a intensidade, mas também o número de crises, obrigando-me a ingerir maior quantidade de analgésicos e remédios específicos. Remédios que produziram, sim, seus efeitos. Não abandonava qualquer um deles, receoso de que as dores aumentassem.
Obviamente, alastraram-se os exames de saúde em busca da causa principal da qual as dores de cabeça eram a terrível consequência. Repetiram-se os exames de fundo de olho, da acuidade visual, das carótidas, fígado e vesícula, intestinos, coluna e crânio. Empilhei encefalogramas, raios X, eletrocardiogramas e ergométricos. Juntaram-se aos remédios comuns, os indutores do sono e os denominados tarja-preta, a fim de relaxar e acalmar o sistema nervoso, pois a partir dos 40 anos de idade, iniciaram-se as insônias, o bruxismo e as interrupções respiratórias. Despertava cansadíssimo, com a sensação de que durante a noite uma locomotiva manobrara sobre meu corpo.
Devo acrescentar que em toda a minha vida consultei regularmente dentistas, dada a grande facilidade para adquirir cáries, não obstante mantivesse uma higiene sem descuidos. Foi assim que, um dia, casualmente acompanhando meu filho ao consultório odontológico, solicitei uma consulta de rotina. Recebi duas notícias: a primeira, nenhuma cárie à vista; a segunda, a posição das arcadas estava de tal sorte irregular que eu “poderia sofrer dores de cabeça, ter insônia, praticar bruxismo e suportar dores no nervo ciático”. Saltei da cadeira, convencido de que os doutores souberam do meu infortúnio, por terceiros, e aproveitaram a oportunidade para fazer uma brincadeira.
Feliz engano. Submeti-me ao tratamento e à correção proposta e, como num passe mágico, desapareceram as violentas dores de cabeça. Recuperei o sono profundo. Libertei-me do bruxismo e das apneias. Faço de tudo. Pratico esportes, como e bebo o que sinto vontade e juntei uma fortuna incalculável e indisponível: a faculdade de sorrir.

Reconhecido e agradecido, com a admiração, Marcelo Muniz Dutra.

Dr. Júlio Rover
Cirurgião-Dentista - CRO/PR 8460
Especialista em Ortodontia e Ortopedia Facial
Especialista em Disfunção
Temporomandibular e Dor Orofacial

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