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13/03/2019
A estimulação motora do bebê e a importância do diagnóstico precoce

Silvia Tessaro

Quando nasce um bebê, nasce também a emoção dos pais de acompanhar cada reação de interação e de aprendizado dele. Caso seja diagnosticado com alguma lesão neurológica, com síndrome ou atraso de desenvolvimento, as novidades dão lugar às incertezas e ao anseio de enfrentar a missão de estimulá-lo adequadamente.
A fisioterapeuta Silvia Tessaro atua na reabilitação neurológica há 12 anos e empenha-se para ajudar pais e demais familiares a enfrentar estes desafios. Em alguns casos, o prognóstico evolui para a alta e o encaminhamento para atividades como natação, artes marciais ou futebol.
“Todo processo terapêutico de reabilitação é único. Cada bebê tem os próprios desafios, assim como o tempo de desenvolvimento é individualizado. Por isso, quanto mais cedo for iniciado o acompanhamento, com estimulação profissional adequada e objetivos específicos, melhor o prognóstico”, orienta Silvia.
Segurar a cabeça nos primeiros meses, rolar, sentar, engatinhar são fases naturais e, ao mesmo tempo, complexas para o ser humano. O bebê com limitações neurológicas precisa de ajuda externa para que o cérebro dele aprenda a conduzir os movimentos do corpo corretamente.
As possibilidades em reabilitação neurológia são amplas e estão em constante aperfeiçoamento, aliando novas e tradicionais terapias que proporcionem ganhos motores e a melhoria na qualidade de vida da criança, assim como a inclusão social. O objetivo é que ela se torne o mais independente possível.

 
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