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14/01/2019
A importância da vacinação

Clínica Franciscato

Desde a sua descoberta, três séculos atrás, as vacinas se transformaram no melhor instrumento de prevenção contra doenças infectocontagiosas, sendo algumas delas fatais. Entretanto, no caminho inverso de todas as evidências científicas que demonstram a importância das vacinas, alguns pais recusam-se a vacinar seus filhos.
Como muitas doenças tornaram-se desconhecidas, muitos esquecem o risco representado por elas e passam a se preocupar mais com possíveis efeitos colaterais das vacinas do que com a prevenção de doenças. Quando uma parte da população deixa de ser vacinada, criam-se grupos de pessoas suscetíveis, que possibilitam a circulação de agentes infecciosos. Isso afeta não apenas aqueles que escolheram deixar de se vacinar, mas também os que não podem ser imunizados porque ainda não têm idade suficiente para entrar no calendário nacional ou porque sofrem de algum comprometimento imunológico.
Esse movimento anti-vacinas, que recentemente vem ganhando força no Brasil, já é considerado como principal fator responsável pelo retorno de doenças graves que, em alguns casos, levam à morte, e eram consideradas erradicadas, como sarampo, poliomielite e difteria. Esse alerta se baseia em dados divulgados pelo Ministério da Saúde, que mostram que em 2017 o índice de vacinação no país atingiu o menor nível dos últimos 16 anos. Exemplo disso é o sarampo, que após ser considerado extinto nos últimos dois anos, retornou ao Brasil. Já existem mais de 300 casos confirmados nos estados de Roraima e Amazonas.
Uma lei estadual de junho deste ano busca incentivar a vacinação de crianças no Paraná. A falta de apresentação do documento exigido ou a constatação da falta de alguma das vacinas consideradas obrigatórias não impossibilitará a matrícula escolar, porém a situação deverá ser regularizada em um prazo máximo de 30 dias, pelo responsável, sob pena de comunicação imediata ao Conselho Tutelar. Essa medida visa prevenir possíveis epidemias que possam ser disseminadas no ambiente escolar, já que é favorável a proliferação de doenças.
É importante lembrar que, ao optar por não vacinar, as famílias colocam em risco não apenas seus filhos, mas também todos os que têm contato com eles, como os colegas de escola. Portanto, vacinar seu filho é mais que uma questão de preocupação com a saúde do pequeno. É uma forma de demonstrar amor e proteção. Só dessa maneira ele estará protegido contra doenças que nem sempre têm cura. Lembre-se, mamãe: por mais importante que seja a vacina, nunca deixe de levar seu filho a um pediatra, que é o profissional mais aconselhado para indicar quando e qual vacina aplicar.

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