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Bem-Estar

15/09/2018
A melhor parte da vida merece uma alimentação saudável

A alimentação das crianças precisa ser balanceada
A cada dia fica mais difícil imaginar a vida sem algum tipo de produto industrializado, pois eles estão em todos os lugares, são mais práticos e fáceis de serem preparados, alguns já vem até prontos. Mas, qual é o impacto disso na sua saúde e na dos seus filhos? Dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em agosto, mostrou que 61% dos bebês consomem biscoitos industrializados antes mesmo de completar 2 anos. Para 33% deles, refrigerantes e sucos artificiais fazem parte da alimentação diária. É crescente o número de alimentos industrializados que são mostrados às crianças ainda nos primeiros anos de vida, sendo mais sódio, açúcar, gorduras ruins e conservantes ingeridos pelos pequenos. Dentre as consequências desse mau hábito estão: obesidade, riscos à cognição, anemia e o diabetes. Estudos realizados pela Universidade de Bristol, na Inglaterra, revelaram que dietas ricas em alimentos processados antes dos três anos de idade podem auxiliar no desenvolvimento de um indivíduo com baixo QI. Junto à obesidade estão associados problemas de hipertensão e colesterol alto.

Cozinhe com seu (sua) filho (a): ensine sobre alimentação saudável
A maioria das crianças é fascinada com a cozinha e com todos os objetos e alimentos que estão nela, mas elas ainda não possuem condições motoras o suficiente para cozinharem sem o auxílio de um adulto e necessitam da sua ajuda para isso. Então, dê a ele (a) um avental, um chapeuzinho, uma colher de pau e o ensine a cozinhar. Faça lanchinhos saudáveis, crie historinhas com a comida. O tempo que vocês passarão juntos será maravilhoso, além de estreitar ainda mais os laços afetivos. Também é uma oportunidade de ensinar sobre a importância de uma alimentação saudável, a manter a organização ao fazer atividades, responsabilidades com o tempo, matemática e cultura. O mês das crianças está quase chegando e essa pode ser uma ótima chance de você e seu (sua) filho (a) fazerem algo divertido junto.

Fontes: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE); Universidade de Bristol, Inglaterra; Scielo