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15/09/2018
Asma

A asma é uma das Doenças Respiratórias Crônicas (DRC) mais comuns, juntamente com a rinite alérgica e a Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC). As principais características dessa doença pulmonar são as dificuldades de respirar, chiado e aperto no peito, respiração curta e rápida. Os sintomas pioram à noite e nas primeiras horas da manhã, ou em resposta à prática de exercícios físicos, à exposição a alérgenos, à poluição ambiental e a mudanças climáticas. Vários fatores ambientais e genéticos podem gerar ou agravar a asma. Entre os aspectos ambientais estão a exposição à poeira e barata, aos ácaros e fungos, às variações climáticas e infecções virais. Para os fatores genéticos - característicos da própria pessoa, destacam-se o histórico familiar de asma ou rinite, além da obesidade.

Sintomas
• Tosse;
• Chiado no peito;
• Dificuldade para respirar;
• Respiração rápida e curta;
• Desconforto torácico.

Diagnóstico
O diagnóstico da asma é principalmente clínico, obtido pela anamnese (entrevista do médico com o paciente). Sempre que possível, é recomendado realizar a prova de função pulmonar para confirmar o diagnóstico e classificar a gravidade. Em crianças de até cinco anos, o diagnóstico é eminentemente clínico, pela dificuldade de realização de provas funcionais.

Tratamento
O objetivo do tratamento da asma é a melhora da qualidade de vida, obtida pelo controle dos sintomas e pela melhora da função pulmonar. O tratamento medicamentoso é realizado junto com medidas educativas e de controle dos fatores que disparam a crise de asma. A definição do tratamento é feita a partir dos sintomas atuais, do histórico clínico e da avaliação funcional. São utilizados medicamentos para alívio rápido dos sintomas e para manutenção do controle da crise. A base do tratamento da asma persistente é o uso continuado de medicamentos com ação anti-inflamatória, também chamados controladores, sendo os corticosteroides inalatórios (bombinha) os principais. Pode-se associar também medicamentos de alívio, com efeito bronco dilatador.
Em todos os casos, é preciso reduzir a exposição aos fatores desencadeantes/agravantes.
A cada consulta, o paciente deve receber orientações para o autocuidado -  identificação precoce dos sintomas, como proceder em caso de crise, controle e monitoramento da asma, e ser agendado para reconsulta conforme a gravidade apresentada.

Fonte: Ministério da Saúde