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15/07/2017
A Saúde do Homem

De acordo com o Ministério da Saúde, a cada três mortes de pessoas adultas no Brasil, duas são de homens. Além disso, eles vivem sete anos a menos do que elas. Os dados servem de alerta para a população masculina. “Mesmo se tiver algum problema, o homem só costuma ir ao médico por insistência da esposa ou, no caso dos jovens, da mãe”, comenta Clovis Cechinel, integrante do corpo clínico do Laboratório Alvaro.
De acordo com o médico, mesmo que não estejam sentindo nada, os homens precisam comparecer a pelo menos uma consulta anual. “Existe uma polêmica quanto à frequência adequada para consultas preventivas do homem, mas de uma forma geral, uma visita por ano é adequada”, esclarece. Na faixa dos 40 aos 49 anos o crescimento da próstata atinge 25% dos homens, porcentagem que vai a 80% naqueles com 70 a 79. O médico comenta que durante a consulta são avaliados diversos aspectos, como alterações urinárias, frequência miccional, urgência para urinar, incontinência urinária, disfunções sexuais: erétil ou de ejaculação, doenças associadas e cirurgias anteriores.
“Após 60 anos metade dos homens tem alterações miccionais secundárias ao aumento prostático, valor este que sobe para 90% após os 80 anos. Na consulta serão avaliadas a intensidade dos sintomas e a necessidade do uso de medicação”, completa.
Nos homens mais jovens, de 15 a 35 anos, é importante a orientação para o autoexame da bolsa escrotal, a fim de avaliar a presença de algum nódulo. “Uma vez achado o nódulo, é importante procurar um urologista para diferenciá-lo entre benigno ou maligno. O tratamento do câncer de testículo apresenta um alto índice de cura quando o diagnóstico é feito numa fase inicial”, informa.


Dr. Clovis Cechinel
CRM-PR 20828
Clínica Médica - RQE 16489
Geriatria - RQE 21147
Médico do Laboratório Alvaro