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16/11/2015
O cenário é desesperador

 Polêmica vem, polêmica vai... ao que podemos perceber pelas notícias na mídia, os cientistas do mundo todo entraram num acordo e, ninguém mais questiona as mudanças climáticas e a participação humana direta neste problemão global que pode nos levar à extinção.
Na tentativa de resolver essas questões, para a maioria fica apenas na tentativa mesmo, todos os anos, representantes de 193 países se reúnem na Conferência das Partes, a COP, da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças do Clima (UNFCCC, na sigla em inglês). As cúpulas definem medidas importantes como o Protocolo de Quioto, que estabelece metas de redução de gases de efeito estufa para diversos países. Esse Protocolo será substituído por um novo acordo que deve ser negociado na conferência do Clima entre 30 de novembro e 11 de dezembro de 2015, em Paris. 
Com previsão de efeito a partir de 2020, o acordo de Paris determinará todos os esforços para contenção das emissões de gases do efeito estufa que têm prejudicado o desequilíbrio climático do planeta, que faz com que secas, inundações e tempestades sejam cada vez mais comuns, além do preocupante aumento do nível dos mares e da falta de água.
O objetivo da ONU, para os próximos anos, é limitar a elevação do aquecimento global em até 2ºC, isto é, nível pré-industrial. Cientistas dizem que, a continuar pelos níveis de crescimento atuais, o clima terrestre pode entrar em colapso.
No Brasil, no ano de 2009 foi instituída a Política Nacional sobre a Mudança do Clima (PNMC), por meio da Lei nº 12.187/2009. 
A Política Nacional sobre Mudança do Clima oficializa o compromisso voluntário do Brasil junto à Convenção-Quadro da ONU sobre Mudança do Clima de redução de emissões de gases de efeito estufa entre 36,1% e 38,9% das emissões projetadas até 2020. 
Também segundo o MMA, o Brasil atua no combate ao desmatamento na Amazônia e em outros biomas e na eliminação de substâncias destruidoras da Camada de Ozônio, que protege a Terra dos raios ultravioletas. Além disso, o MMA articula acordos com a comunidade internacional e apoia projetos desenvolvidos por outros órgãos, universidades e instituições privadas.
Embora conste na lei e, ocorram na prática, ações no sentido de amenizar o problema do clima no Brasil, por outro lado vemos índices alarmantes com relação à falta de saneamento básico, à perda de mananciais de água boa para o consumo humano, por descarte de esgoto das indústrias e por descaso das próprias empresas que cobram caríssimo para tratar do esgoto quando não o fazem. Notícias como a de que Brasília, a capital desse país tem o maior lixão da América Latina, a 15 km do congresso nacional.
O cenário é desesperador...
Esperança é a última que morre... Então, façamos a nossa parte e, com esperança cobremos dos responsáveis, enquanto é possível... 
A encíclica sobre o meio ambiente do Papa Francisco chama à atenção, pois sua análise da situação é completa, sob todos os aspectos e faz-nos um convite à séria reflexão:
"Se a tendência atual continuar, este século poderá testemunhar mudanças climáticas inéditas e uma destruição sem precedentes dos ecossistemas, com graves consequências para todos nós".
"A humanidade é chamada a tomar consciência da necessidade de realizar mudanças de estilo de vida, de produção e consumo, para combater o aquecimento global ou, pelo menos, as causas humanas que o provocam e o agravam".
 

Fontes: www.ministeriodomeioambiente.gov.br 
 www.greenme.com.br 
 Encíclica verde do papa Francisco, chamada "Laudato si'"
 
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