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15/09/2015
Conferência Municipal dos Direitos do Idoso

 A Associação Médica de Cascavel participou da III Conferência Municipal dos Direitos do Idoso, realizada na Unipar – Universidade Paranaense -, no dia 30 de junho passado. Promovido pelo CMDI, Conselho Municipal dos Direitos do Idoso, em articulação com o Governo Municipal de Cascavel, representado pela Secretaria de Assistência Social do Município, o evento iniciou com a palestra “O Protagonismo e o Empoderamento da Pessoa Idosa: Por um Brasil de todas as idades”, ministrada pela assistente social Susana Medeiros Dalmolin. Posteriormente, foram divididos grupos de estudo para a formulação de propostas para os sete eixos temáticos de discussão, que trataram desde a gestão de programas, projetos, ações e serviços até a prioridade do atendimento e o reconhecimento da pessoa idosa na atuação das políticas setoriais.  Membro da diretoria da AMC, o cardiologista Márcio Couto atuou como delegado com direito a voz e voto na eleição dos representantes de Cascavel para a VI Conferência Estadual, que será realizada em Curitiba até o final deste ano. Na mesma ocasião foi eleita a nova composição do CMDI para o mandato 2015/2017.
O Conselho Municipal dos Direitos do Idoso tem como prerrogativa atuar junto às políticas sociais que promovam a eliminação da discriminação contra a pessoa idosa, visando assegurar sua participação nas atividades políticas, econômicas e culturais de Cascavel.
O representante da AMC na conferência ajudou a redigir o documento final da reunião que será levado para Curitiba e que sintetizou as deliberações dos representantes de órgãos públicos e da sociedade civil, definindo as prioridades para as políticas de atendimento ao idoso. Um dos objetivos do Conselho Municipal é gerir o fundo do idoso, fixar os critérios de sua utilização e o plano de aplicação dos seus recursos.
Márcio Couto afirmou que a Associação Médica é tida como uma entidade parceira do Conselho Municipal. Aproximadamente 13% da população cascavelense são de pessoas com mais de 60 anos, e uma parcela ainda maior, aproximadamente 18%, responde pela prevalência dos que procuram a assistência médica, seja nos consultórios ou nas urgências. “Evitar o isolamento e a solidão das pessoas que precisam de nossa ajuda e colaboração é fundamental”, disse o médico. “As dificuldades cotidianas dos idosos são minimizadas quando a comunidade se organiza e se presta à solidariedade inter e transgeracional. As melhores cidades do mundo para se viver são aquelas onde os idosos e os portadores de necessidades especiais têm atendidos os seus anseios, seja em casa, na convivência familiar, ou no meio social e público que facilite a locomoção, o acolhimento e a assistência das pessoas. Elas saberão retribuir com a sabedoria da experiência ou  pelo conhecimento que apenas as limitações proporcionam. E não devemos esquecer que saúde é movimento. A participação ativa dos próprios idosos favorece o bem-estar coletivo”, concluiu o delegado da AMC na conferência.
 
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