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15/05/2015
Juros altos, como aproveitar o cenário e escolher os melhores investimentos

 A alta da inflação em 2015 tem sido a principal responsável pelas consecutivas elevações da Taxa Básica de Juros - Taxa Selic, que é uma grande referência para o mercado financeiro e para a economia de um país. Uma alta da Selic representa de um lado o custo adicional aos tomadores de empréstimos e financiamentos, mas por outro significa mais rentabilidade para os investimentos financeiros em renda fixa.
A estimativa do mercado, de acordo com a pesquisa de mercado Focus, bem como de analistas e especialistas no assunto, é de que a Selic poderá atingir patamares próximos a 14% ainda neste ano e a inflação pode superar os 8% no período.
Para os investidores, este cenário representa um maior risco e ao mesmo tempo uma oportunidade. Risco porque a inflação elevada tende a exigir maiores rentabilidades das aplicações para que o investidor não fique no “vermelho”, pois há a possibilidade de seu investimento render menos que a inflação, com rentabilidade real negativa e, consequentemente, perda de patrimônio real.
Mas isto representa também uma oportunidade, pois as taxas de juros dos investimentos, principalmente os mais conservadores, ligados a renda fixa, estão se elevando e, atualmente, há excelentes investimentos com baixos riscos e grandes rentabilidades.
Mesmo com a taxa de juros em alta, superando 13% ao ano, a Poupança deverá continuar com sua rentabilidade inferior a 7% ao ano. Portanto, é bastante provável que a rentabilidade da Caderneta seja inferior à inflação.
Os Títulos Públicos Federais são excelentes alternativas de investimento em um cenário de alta de juros, tanto os pós-fixados indexados pela Selic, quanto os indexados pela inflação. Também poderão surgir boas oportunidades em pré-fixados, sendo que neste caso o investidor garantirá uma taxa de juros pelos próximos anos, mesmo que ela volte a cair e venha para patamares inferiores.
Há, também, alternativas no mercado que possuem a mesma segurança da caderneta, pois contemplam a cobertura do FGC (Fundo Garantidor de Crédito), como as LCIs (Letra de Crédito Imobiliário) e LCAs (Letra de Crédito do Agronegócio), ambas com a isenção do imposto de renda para Pessoas Físicas, assim como a Poupança.
Uma dica final é sempre comparar as diferentes alternativas de investimento do mercado e não aceitar simplesmente a primeira proposta que lhe fazem. Procure em outras instituições, compare as taxas, rentabilidades e demais condições e faça sempre a melhor escolha para atender os seus objetivos.
Veja no quadro abaixo como fica os investimentos citados com a nova Selic (29/04/2015) de 13,25% ao ano.
 
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