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15/09/2018
Fila de espera para transplantes: uma luta contra o tempo

Quando uma patologia encontra-se em estado avançado e a indicação é o transplante, inicia-se uma corrida contra o tempo. Pacientes e familiares são tomados pelos sentimentos de preocupação e angústia, pois não há previsões de quando o órgão necessário estará disponível. Além disso, para receber uma doação, é fundamental estar cadastrado na fila de espera coordenada pelo Sistema Nacional de Transplantes. Cada órgão possui uma lista específica, diferente do que muitas pessoas pensam a prioridade não é de quem foi inserido “primeiro no sistema”, mas sim das condições médicas, clínicas e da gravidade em que o paciente está. Além disso, outros fatores também são levados em consideração como a compatibilidade sanguínea e qualidade do órgão, deslocamento, etc.
No primeiro semestre de 2018, conforme dados da Associação Brasileira de Transplantes de Órgãos (ABTO), 1527 pessoas ingressaram na lista de espera por um transplante de fígado no Brasil, sendo que a taxa de mortalidade foi de 409, isto é, aproximadamente 26% dos pacientes vieram a óbito aguardando a cirurgia.
“No Centro Avançado do Fígado temos cerca de 90 pacientes em tratamentos aguardando pelo transplante. O procedimento representa uma esperança para os portadores de doenças hepáticas crônicas, sendo na maioria dos casos, o transplante de fígado, a alternativa mais viável. Por isso é necessário estar consciente sobre a importância da doação de órgãos, que ajuda a salvar e prolongar vidas. As pessoas que tem a intenção de ser um doador devem avisar familiares e amigos”, Dr. Luis César Bredt.

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